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	<title>Arquivo para serviço - Thomas S. Monson</title>
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	<description>Presidente de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias</description>
	<lastBuildDate>Thu, 14 Feb 2008 18:33:41 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Que Firme Alicerce</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2008 18:33:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discursos de Thomas S. Monson]]></category>
		<category><![CDATA[fé]]></category>
		<category><![CDATA[livro de mórmon]]></category>
		<category><![CDATA[oraçoes]]></category>
		<category><![CDATA[serviço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste discurso Thomas S. Monson nos ensina sobre construir fundações fortes que nos ajudarão em nossos desafios e dificuldades desta vida.Enquanto vivemos na terra, Deus precisa nos testar para ver se realmente permaneceremos fiéis a Ele; Satanás nos tentará para que nos desviemos do caminho de Deus; outros podem tomar decisões que nos causem dor; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Neste discurso Thomas S. Monson nos ensina sobre construir fundações fortes que nos ajudarão em nossos desafios e dificuldades desta vida.Enquanto vivemos na terra, Deus precisa nos testar para ver se realmente permaneceremos fiéis a Ele;<span id="more-10"></span> Satanás nos tentará para que nos desviemos do caminho de Deus; outros podem tomar decisões que nos causem dor; coisas ruins acontecerão a pessoas boas. Através de todos estes desafios, pode ser difícil permanecer fiel a Deus.Nossa fé pode ser desafiada e nossa obediência pode se tornar mais difícil, mas podemos sobreviver às tempestades da vida se nos apegarmos ao conselho do Presidente Monson.</p>
<p>Existem três coisas que o Presidente Monson aconselha cada pessoa e família a fazer que podem nos fortalecer em tempos difíceis. Se nos lembrarmos de orar, de ler nossas escrituras e de servir ao próximo, podemos construir músculos espirituais que nos fortalecem o suficiente para permanecermos obedientes a Deus e a manter nossa fé no Salvador.</p>
<p>Ao orarmos, construímos um relacionamento com nosso amado Pai Celestial. Aprendemos como nos comunicar com ele e a entender as suas respostas a nossas orações. Aprendemos a ser obedientes aos conselhos de Deus sobre nossos problemas individuais. Fazer da oração um habito, mesmo nos momentos bons, nos ajuda a ter mais confiança e confidencia nas orações quando mais precisamos.</p>
<p>Encontramos exemplos incríveis de fé e obediência a Deus nas escrituras. Podemos receber respostas para nossas perguntas específicas convidando Deus para falar conosco através das escrituras. As escrituras são um modelo de podemos viver nossas vidas mostrando exemplos fiéis de outras pessoas. Podemos ver as dificuldades que as pessoas passaram na Bíblia e no Livro de Mórmon e podemos ver como eles sobrepujaram essas dificuldades através da sua fidelidade, ou não.Podemos saber como perseverar de melhor nossos desafios através dos exemplos das escrituras.</p>
<p>Qualquer tipo de serviço altruísta que fazemos, estamos servindo a Deus. Ao ajudarmos outras pessoas, podemos esquecer de nossos próprios problemas. Quando demonstramos amor e misericórdia para com as pessoas, podemos entender o amor e misericórdia que o Senhor tem por nós. Em minha própria vida tenho esquecido de mim mesmo em serviço ao próximo somente para descobrir que quando volto para resolver meus próprios problemas, eles estão grandemente diminuído, ou até resolvido, pelas coisas que aconteceram enquanto eu estava ocupado servindo ao próximo. Quando nos esquecemos de nós mesmos em serviço a Deus, podemos ter melhores perspectivas de nossas vidas.</p>
<p>Leia o Discurso: <strong><a href="http://pt.thomasmonson.com/6/discurso-que-firme-alicerce">Que Firme Alicerce</a></strong></p>
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		<title>Discurso: Cunhas Ocultas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Guest Author]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 14:03:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Discursos de Thomas S. Monson]]></category>
		<category><![CDATA[famílias mórmons]]></category>
		<category><![CDATA[missionarios mórmons]]></category>
		<category><![CDATA[perdào]]></category>
		<category><![CDATA[primaria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O discurso original foi impresso na A Liahona de julho de 2002, pp. 19-22. Em abril de 1966, na Conferência Geral Anual da Igreja, o Élder Spencer W. Kimball fez um discurso memorável. Ele citou uma história escrita por Samuel T. Whitman, intitulada “Cunhas Esquecidas”. Decidi citar também a história de Samuel T. Whitman, acrescentando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pt.thomasmonson.com/11/discurso-cunhas-ocultas"></a></p>
<p>O discurso original foi impresso na A Liahona de julho de 2002, pp. 19-22.</p>
<p>Em abril de 1966, na <a href="http://pt.mormonwiki.com/Conferencia_Geral">Conferência Geral Anual da Igreja</a>, o Élder <a href="http://profetasmodernos.org/115/spencer-w-kimball">Spencer W. Kimball </a>fez um discurso memorável. Ele citou uma história escrita por Samuel T. Whitman, intitulada “Cunhas Esquecidas”. Decidi citar também a história <span id="more-7"></span>de Samuel T. Whitman, acrescentando em seguida alguns exemplos de minha própria vida.</p>
<p>Whitman escreveu: “A tempestade de neve [daquele inverno] não tinha sido muito forte. É verdade que alguns fios de eletricidade haviam sido derrubados e que houve um súbito aumento no número de acidentes ao longo da rodovia. (. . .) Normalmente, a grande nogueira teria facilmente conseguido suportar o peso que se acumulou em seus longos galhos. Foi a cunha de ferro escondida dentro dela que causou o estrago.</p>
<p>A história da cunha de ferro começou muito tempo antes, quando o fazendeiro de cabelos brancos [que hoje mora na propriedade em que a nogueira se erguia] era um menino na fazenda de seu pai. A serraria tinha acabado de mudar-se do vale, e os novos moradores ainda encontravam ferramentas e peças de equipamento espalhadas por toda parte. (. . .)</p>
<p>Naquele dia, em particular, foi uma cunha de madeireiro — grande, plana e pesada, com 30 cm ou mais de comprimento, entortada pelo uso [— que o menino encontrou](. . .) no pasto. [A cunha de madeireiro é utilizada para derrubar uma árvore, inserindo-se a cunha num talho e golpeando-a com uma marreta para alargar a fenda.] (. . .) Como já estava atrasado para o jantar, o rapaz colocou a cunha (. . .) entre os galhos da jovem nogueira que seu pai havia plantado perto do portão principal. Ele pretendia levar a cunha para o galpão logo depois do jantar, ou em outra ocasião em que estivesse passando por ali.</p>
<p>Ele realmente pretendia fazê-lo, mas nunca o fez. [A cunha] estava ali entre os galhos, um pouco espremida, quando ele chegou à idade adulta. Estava ali, firmemente presa, quando se casou e assumiu a fazenda do pai. Estava parcialmente encoberta no dia em que o pessoal da colheita jantou sob a árvore. (. . .) Totalmente oculta na árvore, a cunha ainda estava lá no inverno em que caiu aquela tempestade de neve.</p>
<p>No silêncio gelado daquela noite de inverno (. . .) um dos três galhos maiores se partiu e caiu ruidosamente ao chão. O restante da árvore ficou com uma distribuição desequilibrada de peso e também se partiu e acabou tombando. Quando a tempestade passou, não restara sequer um broto da árvore outrora majestosa.</p>
<p>Bem cedo pela manhã, o fazendeiro saiu de casa para lamentar sua perda. (. . .)</p>
<p>Então seus olhos avistaram algo no tronco desabado. ‘A cunha’, murmurou ele, reprovadoramente. ‘Acunha que eu encontrei no pasto’. Num instante ele percebeu por que a árvore tinha caído. Presa no tronco que crescia, a cunha impediu que as fibras dos galhos se entrelaçassem como deviam”.1</p>
<p>Irmãos e irmãs, existem cunhas ocultas na vida de muitas pessoas que conhecemos, sim, talvez até em nossa própria família.</p>
<p>Gostaria de contar-lhes sobre um amigo muito querido, que hoje já partiu da mortalidade. Seu nome era Leonard. Ele não era membro da Igreja, embora sua mulher e filhos fossem. Sua mulher serviu como presidente da Primária; seu filho serviu honrosamente em uma missão. Tanto sua filha quanto seu filho casaram-se em solenes cerimônias no templo e tinham suas respectivas famílias.</p>
<p>Todos que conheciam Leonard gostavam dele, tal como eu. Ele apoiava sua esposa e seus filhos em suas designações na Igreja. Ele ia a muitas atividades patrocinadas pela Igreja com eles. Ele levava uma vida digna e pura, uma vida de serviço ao próximo e bondade. Sua família e muitas outras pessoas se perguntavam por que Leonard tinha passado toda a mortalidade sem as bênçãos que o evangelho proporciona a seus membros.</p>
<p>Quando Leonard ficou idoso, sua saúde começou a fraquejar. Ele acabou sendo hospitalizado, às portas da morte. Na última vez que conversei com Leonard, ele me disse: “Tom, eu o conheço desde quando você era um menino. Sinto que devo explicar-lhe porque nunca me filiei à Igreja”. Então, ele contou algo que havia acontecido com seus pais, há muitos e muitos anos. Relutantemente, a família chegou a uma situação tal, que viu que precisaria vender sua fazenda, e recebeu uma proposta. Nessa ocasião, um fazendeiro vizinho pediu-lhes que vendessem a fazenda para ele, embora por um preço menor, acrescentando: “Sempre fomos bons amigos. Desse modo, se eu comprar a sua fazenda, poderei tomar conta dela”. Por fim, os pais de Leonard concordaram em vender a fazenda. O comprador, aquele vizinho, ocupava um cargo de responsabilidade na Igreja, e a confiança que isso suscitava ajudou a convencer a família a vender-lhe a fazenda, embora não tivessem percebido que teriam recebido muito mais se a tivessem vendido para o primeiro comprador interessado. Pouco tempo depois de a venda ter sido efetuada, o vizinho vendeu a sua fazenda juntamente com a fazenda comprada da família de Leonard, que combinadas ficaram muito valorizadas e alcançaram um preço de venda bem mais alto. A antiga dúvida sobre o motivo pelo qual Leonard jamais se filiara à Igreja tinha sido respondida. Ele sempre sentira que sua família tinha sido enganada pelo vizinho.</p>
<p>Ele confidenciou-me, depois de nossa conversa, que sentia como se um grande fardo tivesse sido finalmente removido de suas costas, ao preparar-se para encontrar-se com o Criador. A tragédia foi que uma cunha oculta impedira que Leonard progredisse espiritualmente na vida.</p>
<p>Conheço uma família que veio da Alemanha para a América. A língua inglesa era difícil para eles. Tinham poucos recursos, mas todos foram abençoados com a vontade de trabalhar e um amor a Deus.</p>
<p>Seu terceiro filho nasceu, mas viveu apenas dois meses e depois morreu. O pai era marceneiro e construiu um belo caixão para o corpo de seu querido filho. O dia do funeral foi sombrio, expressando a tristeza que sentiam pela morte do filho. A família caminhou até a capela, com o pai carregando o pequeno caixão, e um pequeno grupo de amigos se reuniu. Mas a porta da capela estava trancada. O atarefado bispo tinha-se esquecido do funeral. Todas as tentativas de encontrá-lo foram em vão. Sem saber o que fazer, o pai colocou o caixão debaixo do braço e carregou-o de volta para casa, com a família a seu lado, caminhando sob uma chuva torrencial.</p>
<p>Se a família tivesse um caráter mais fraco, eles poderiam ter culpado o bispo e guardado ressentimentos. Quando o bispo ficou sabendo da tragédia, foi visitar a família e se desculpou. Com a mágoa ainda evidente no rosto, mas com lágrimas nos olhos, o pai aceitou as desculpas, e os dois se abraçaram num espírito de compreensão. Não restou nenhuma cunha oculta para causar mais sentimentos de raiva. O amor e a aceitação prevaleceram.</p>
<p>O espírito precisa ser libertado de tudo que impeça seu progresso e de ressentimentos não resolvidos para que a alma sinta alegria na vida. Em muitas famílias, há sentimentos feridos e uma relutância em perdoar. Não importa, realmente, qual tenha sido a questão. Não podemos nem devemos permitir que ela continue a magoar-nos. Condenar o outro faz com que as feridas permaneçam abertas. Somente o perdão cura. George Herbert, um poeta do início do século XVII, escreveu: “Aquele que não perdoa destrói a ponte que ele próprio precisará atravessar se desejar atingir o céu, porque todos precisamos de perdão”.</p>
<p>Belas são as palavras do Salvador quando estava prestes a morrer na impiedosa cruz. Ele disse: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”.2</p>
<p>Há pessoas que têm dificuldade em perdoar a si mesmas e se apegam a suas supostas imperfeições. Gosto muito da história de um líder religioso que se colocou ao lado de uma mulher que estava morrendo, tentando confortá-la, mas sem ter sucesso. “Estou perdida”, disse ela. “Arruinei minha vida e a de todos a meu redor. Não há esperança para mim”.</p>
<p>O homem notou um retrato de uma linda menina sobre a cômoda. “Quem é ela?” perguntou ele.</p>
<p>A mulher ficou radiante. “Ela é minha filha, a única coisa bela em minha vida”.</p>
<p>“E você a ajudaria se ela estivesse com problemas ou tivesse cometido um erro? Você a perdoaria? Ainda continuaria a amá-la?”</p>
<p>“Claro que sim!” exclamou a mulher. “Eu faria qualquer coisa por ela. Por que me pergunta isso?”</p>
<p>“Porque quero que você saiba”, disse o homem, “que, figurativamente falando, o Pai Celestial tem um retrato seu sobre a cômoda Dele. Ele a ama e irá ajudá-la. Peça Seu auxílio”.</p>
<p>Uma cunha oculta que impedia sua felicidade foi removida.</p>
<p>Num momento de perigo ou de provação, esse conhecimento, essa esperança, essa compreensão proporcionarão conforto para a mente perturbada e o coração aflito. Todo o Novo Testamento transmite a mensagem de renascimento da alma humana. As sombras do desespero são dispersas pelos raios de esperança, a tristeza é substituída pela felicidade, e o sentimento de estarmos perdidos na multidão desaparece com a certeza de que o Pai Celestial Se importa com cada um de nós.</p>
<p>O <a href="http://www.igrejadejesuscristo.org/salvador">Salvador</a> garantiu a veracidade disso ao ensinar que nenhum pássaro cai ao chão sem que o Pai Celestial saiba. Ele concluiu essa bela mensagem, dizendo: “Não temais, pois; mais valeis vós do que muitos passarinhos”.3</p>
<p>Há algum tempo, li o seguinte artigo da Associated Press publicado num jornal. “Um homem idoso revelou no funeral de seu irmão, com quem havia dividido desde a juventude uma pequena cabana de um só cômodo nos arredores de Canisteo, Nova York, que eles haviam dividido o quarto ao meio com uma linha riscada a giz no chão, após uma briga, e que nenhum deles havia cruzado a linha ou trocado uma única palavra com o outro desde aquele dia, 62 anos antes”. Que poderosa e destrutiva cunha oculta.</p>
<p>Como Alexander Pope escreveu: “Errar é humano, perdoar é divino”.4</p>
<p>Às vezes nos ofendemos com muita facilidade. Em outras ocasiões somos por demais obstinados para aceitar um sincero pedido de desculpa. Vamos vencer nosso ego, orgulho e mágoa e depois dar um sinto muito! Vamos ser o que já fomos um dia: amigos. Não passemos para as gerações futuras as desavenças e raivas de nossa época”.</p>
<p>Removamos todas as cunhas ocultas que só servem para destruir-nos.</p>
<p>De onde se originam as cunhas ocultas? Algumas resultam de disputas não resolvidas, que levam a maus sentimentos, seguidos de remorso e tristeza. Outras começam com desapontamentos, invejas, discussões e mágoas imaginárias. Precisamos resolvê-las, deixá-las de lado e não permitir que germinem, se espalhem e acabem destruindo.</p>
<p>Uma amável senhora de mais de noventa anos de idade veio procurar-me certo dia e inesperadamente me contou várias mágoas que tinha. Ela mencionou que muitos anos antes, um fazendeiro vizinho, com quem ela e o marido haviam tido desentendimentos ocasionais, pediu se poderia cortar caminho por dentro de sua propriedade para chegar até as terras dele. Ela fez uma pausa, então, com a voz trêmula, disse: “Tommy, eu não deixei que ele cruzasse nossa propriedade, mas fiz com que ele desse toda a volta, a pé, para chegar até as terras dele. Eu errei e me arrependo disso. Ele já morreu, mas como eu gostaria de poder dizer-lhe que sinto muito. Como desejaria ter uma segunda chance”.<br />
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