Neste discurso, Presidente Monson fala sobre o poder de cura do perdão e do poder destrutivo de guardar rancores. Ele faz várias anedotas sobre pessoas que perderam bênçãos importantes devido a seus rancores. Uma das irônicas verdades da vida é que nossos pensamentos sobre outros nos afetam muito mais do que eles afetam aqueles de quem pensamos mal. Se tivermos rancor e ancorar maus sentimentos sobre outras pessoas, desperdiçamos energia e sofremos com a negatividade que mantemos dentro de nós com tais maus pensamentos.

Quando nos recusamos a perdoar os outros, ou recusamos a nos perdoar, negamos o grande dom – a vida de nosso Salvador, Jesus Cristo. Ele morreu para que cada um de nós pudesse ser perdoados e limpos novamente. O Salvador poder perdoar a todos, mas quando não queremos perdoar, parece que dizemos que somos melhor que ele e que não precisamos de perdoar. Precisamos perdoar.

Cada um de nós comete erros e não podemos deixar o perdão de lado até que nós mesmo precisemos dele. A “Regra de Ouro” se aplica – devemos mostrar a mesma misericórdia e perdão para outros como gostaríamos que eles fizessem por nós. Como Cristãos, cremos em seguir a Cristo e ser como Ele. Então devemos perdoar outros da mesma maneira que esperamos que Cristo nos perdoe.

Às vezes as pessoas esperam que Cristo seja tão sem misericórdia e sem perdão quando a maioria dos homens que vivem na Terra. Não perdoamos a nós mesmos porque acreditamos que existe um limite para a misericórdia de Cristo, ou que ela não se aplica tanto para nossa indignidade. Mas o perdão de Cristo não tem limites, e seu perdão não é para os dignos, é para que as pessoas se tornem dignas novamente. Cristo é mais misericordioso do que qualquer homem na Terra, e ele ama cada pessoa nesta Terra individualmente – até mesmo aqueles que o odiaram e o maltrataram.

Thomas S. Monson encoraja todos nós a perdoar tanto os outros quanto a nós mesmos. Precisamos não nos prender ancorando maus sentimentos com relação a outras pessoas e a nós mesmos. Quando temos o desejo de perdoar e aceitar o perdão, somos livres para progredir. Podemos melhorar e não cometer os mesmos erros. Quando perdoamos estamos livres para ter bons relacionamentos, mesmo com aqueles que fizeram algo errado conosco. Quando odiamos os filhos de Deus, a quem ele ama, nos distanciamos dele, mas quando amamos e perdoamos os filhos de Deus, estamos fazendo como ele e nos aproximamos dele.

Leia o discurso: Cunhas Ocultas

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