Muitas das Autoridades Gerais de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias passaram algum tempo de suas vidas servindo as forças armadas de seus países. Daqueles que hoje servem na Primeira Presidência e no Quórum dos Doze Apóstolos da Igreja SUD, 10, serviram ativamente ou são reservistas. Entre aqueles que serviram está o Presidente Thomas S. Monson, a quem os Santos dos Últimos Dias (também chamados Mórmons) amam e reverenciam como Profeta, Vidente e Revelador.

O Presidente Monson serviu a marinha dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Ele se diz:

“Eu acredito que a minha primeira experiência onde pude ter a coragem das minhas convicções aconteceu quando servia na marinha dos Estados Unidos no fim da Segunda Guerra Mundial.

Servir na marinha não foi uma experiência fácil para mim e para nenhum daqueles que serviam comigo. Nas primeiras três semanas eu acreditava que minha vida estava em perigo. A marinha não estava tentando me treinar, estava tentando me matar”.

Presidente Monson também se lembra de algumas importantes lições que aprendeu enquanto servia. Uma dessas lições foi ter a coragem de permanecer firme a suas convicções. Em um discurso realizado na Conferencia Geral de outubro de 2011 intitulado “Ouse Ficar Sozinho”, ele conta um incidente que o ajudou a compreender a importância deste principio.

Presidente Monson disse:

“Desde aquele dia, houve ocasiões em que não havia ninguém em pé atrás de mim e, portanto, fiquei realmente sozinho. Quão grato sou por ter tomado bem antes a decisão de permanecer forte e fiel, estando sempre preparado e pronto para defender minha religião, caso surgisse a necessidade”.

Ele foi ordenado um élder na Igreja SUD apenas uma semana antes de partir para o serviço militar. Logo, ele iria aprender outra lição importante que envolveria o poder do Sacerdócio que agora ele possuía. Ela o ensinou a sempre estar disposto a curar. Ele disse:

“Na noite anterior à nossa licença de Natal, nossos pensamentos estavam, como sempre, em casa. Os alojamentos estavam silenciosos. De repente, percebi que meu amigo do beliche ao lado—um membro da Igreja, Leland Merrill—estava gemendo de dor. Perguntei: “Qual é o problema, Merrill?”

Ele respondeu: “Estou me sentindo mal. Muito mal”.

Aconselhei-o a procurar a farmácia da base, mas ele respondeu que isso o impediria de voltar para casa no Natal. Então sugeri que ele permanecesse em silêncio, para não acordar os demais no alojamento.

As horas se passaram; seus gemidos se tornaram mais fortes. Então, em desespero, ele sussurrou: “Monson, você não é élder?” Respondi que sim, então ele suplicou: “Dê-me uma bênção”.

Dei-me conta do fato de que nunca dera uma bênção antes. Nunca tinha recebido esse tipo de bênção; nunca tinha visto uma bênção como essa ser dada. Minha oração a Deus foi um pedido de ajuda. A resposta veio: “Olhe no fundo de sua sacola de marinheiro”. Assim, às duas da manhã, esvaziei no chão o conteúdo da sacola. Sob a tênue luz da noite peguei o Manual do Missionário, e li o que devia fazer para abençoar os enfermos. Com aproximadamente cento e vinte marinheiros curiosos olhando, dei a bênção. Antes que eu terminasse de guardar as minhas coisas, Leland Merrill dormia como um bebê”.

Desta experiência, o Presidente Monson, comentou: “Se estamos a serviço do Senhor, temos o direito de receber Sua ajuda. E a recebi em inúmeras ocasiões ao longo da minha vida”.

Outra lição de vida importante que ele aprendeu ao servir na Marinha foi a importância de ser honesto. Ele relata sobre um dia especial, quando um oficial havia anunciado que todos que sabiam nadar seriam colocados em um ônibus e levados para San Diego para passar o dia. Aqueles que não sabiam nadar não poderiam participar do passeio, pois passariam o dia tendo aulas de natação. Ele aprendeu a nadar quando era um menino e de fato, nadava muito bem, então ele entrou na fila para pegar o ônibus para San Diego. Em vez de se dirigirem para o destino tão desejado, eles foram levados para um ginásio e foram obrigados a pular no lado fundo de uma piscina. Ele e a maioria de seus companheiros fizeram como pedido, mas havia cerca de 10 outros que não sabiam nadar, e que foram obrigados a mergulharem e permanecessem alguns momentos dentro da água antes de serem puxados para fora. O Presidente Monson disse: “Posso dizer, que eu estava feliz por ter sido honesto! A experiência me ensinou o valor da honestidade e da fidelidade a si mesmo em todos os momentos”.

 

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