Sempre Siga o Espirito, diz o Profeta Mórmon Thomas S. Monson

maio 30th, 2013 por Destro

Nas escrituras temos muitos exemplos de profetas seguindo os sussurros do Espirito Santo, mesmo que não sabiam exatamente onde essas impressões os levarão. Os servos de Deus aprendem a reconhecer e seguir os sussurros do Espirito Santo, e aqueles que tem experiência no assunto, o fazem imediatamente. O Profeta de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e um destes. O Profeta Thomas Monson relata a seguinte experiência:

Presidente Thomas S. Monson

Presidente Thomas S. Monson

Certo dia, há alguns anos, depois de cuidar de assuntos administrativos no escritório, senti-me fortemente inspirado a visitar uma viúva idosa que estava internada num asilo para idosos em Salt Lake City. Peguei o carro e fui diretamente para lá.

Quando cheguei ao quarto dela, encontrei-o vazio. Perguntei a uma funcionária sobre seu paradeiro e fui encaminhado a uma sala de visitas. Lá encontrei a adorável viúva conversando com a irmã e outra amiga. Tivemos uma conversa agradável.

Enquanto conversávamos, um homem veio até a porta da sala para comprar uma lata de refrigerante na máquina de venda automática. Ele olhou para mim e disse: “Ora, você é Tom Monson”.

“Sou, sim”, respondi. “E você parece da família Hemingway.”

Ele confirmou ser Stephen Hemingway, filho de Alfred Eugene Hemingway, que servira como meu conselheiro quando eu fora bispo muitos anos antes, a quem eu chamava de Gene. Stephen me contou que seu pai se encontrava naquele mesmo asilo e estava à beira da morte. Gene vinha chamando meu nome, e a família queria entrar em contato comigo, mas não conseguira meu número de telefone.

Pedi licença e segui imediatamente com Stephen ao quarto de meu antigo conselheiro, onde seus outros filhos também estavam reunidos. A esposa falecera alguns anos antes. Os familiares consideraram meu encontro com Stephen no salão como uma resposta do Pai Celestial a seu grande desejo de me ver ao lado de seu pai antes de ele morrer e com isso atender ao chamado do pai. Também senti isso, pois se Stephen não tivesse entrado na sala em que eu estava conversando no exato momento em que o fez, eu nem sequer saberia que o Gene estava naquele asilo.

Demos-lhe uma bênção. Um espírito de paz dominou o ambiente. Tivemos uma conversa muito agradável, e depois fui embora.

Na manhã seguinte, um telefonema revelou que Gene Hemingway falecera apenas vinte minutos depois de receber a bênção dada por mim e seu filho. (Thomas S. Monson, Sossegai, A Liahona, marco de 2013)

Seguir os sussurros do Espirito Santo fez com que o Profeta Thomas S. Monson oferecesse um serviço dedicado ao Senhor Jesus Cristo.

O artigo em que esta experiência foi contada se chama “Sossegai”, e demonstra como o Senhor se preocupa conosco a cada minuto de nossas vidas. Ele nos conhece – cada pensamento, cada molécula. Ele geralmente nos abençoa através de seus servos, que Ele inspira a nos trazer conforto através do Espirito Santo, como aconteceu com Presidente Monson, a fim de abençoar a vida de seu velho amigo quando este estava prestes a falecer.

O Espirito Santo é algumas vezes chamado de o Consolador, podendo nos dar paz nas situações mais difíceis – A família de Gene Hemingway foi abençoada com paz quando um de seus entes queridos passou por esta experiência. Eles foram confortados pelas tenras misericórdias de Deus no momento em que mais precisaram dela.

Em alguns casos, ao invés de inspirar um de Seus servos para ministrar aos necessitados, o Salvador através do Espirito Santo, o faz pessoalmente. No mesmo artigo podemos encontrar a historia de uma garota que perdeu seu irmão. No aniversario de sua morte, ela estava sufocada pela tristeza. Ela clamou ao Salvador em fervorosa oração. Ela ansiava por conforto.

Supliquei ao Pai Celestial que curasse meu coração. A dor era forte demais para eu enfrentá-la sozinha.

Foi então que uma sensação de paz, consolo e amor tomou meu corpo inteiro. Senti como se Deus tivesse me envolvido em Seus braços e estivesse me protegendo da dor intensa que eu sentira. A saudade de meu irmão continuava, mas passei a enxergar as coisas com outros olhos. Eu tinha muito que aprender com aquela experiência pessoal.

Sei que o amor e a paz do Senhor estão a nosso alcance. Basta aproveitarmos.

Este artigo foi escrito por Gale.

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Conheça os Mórmons

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O Espírito Santo e os Ensinamentos do Profeta Thomas S. Monson

maio 15th, 2013 por Destro

Por Terrie Lynn Bittner

A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, cujos membros às vezes são apelidados de Mórmons, acreditam que o Espírito Santo, ou Espírito de Deus, é o terceiro membro da Deidade. A Deidade é constituída de Deus, o Pai, Jesus Cristo, e o Espírito Santo. Os mórmons não acreditam em trindade, a crença pós-bíblica, de que a Deidade não é composta por três seres distintos, separados e individuais.

“Para que todos sejam um; assim como tu, ó Pai, és em mim, e eu em ti, que também eles sejam um em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste.

E eu lhes dei a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um;

Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, a fim de que o mundo conheça que tu me enviaste, e que os amaste a eles, assim como me amaste a mim.” (João 17:21-23)

Presidente Thomas S. Monson

Presidente Thomas S. Monson

Esses versos foram retirados do Livro de João, da grande oração intercessora feita por Jesus Cristo. Em outras passagens, Jesus disse que Ele e Seu Pai eram um, e nesses versos nos é dada uma compreensão do que ele quis dizer com isso. Ele estava dizendo que queria que Seus apóstolos fossem um, da mesma maneira que Deus e Jesus Cristo são unificados. Ele não quis dizer que Eles eram literalmente uma só pessoa, como prega a teoria da trindade. Os mórmons acreditam que Deus e Jesus Cristo têm corpos físicos, aperfeiçoados e glorificados, mas que o Espírito Santo é um espírito sem corpo físico. A visão de Estêvão demonstrou que Deus e Jesus Cristo são fisicamente visíveis e são seres separados e distintos:

“Mas Estêvão, cheio do Espírito Santo, fitando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus em pé à direita de Deus,

E disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem em pé à direita de Deus.” (Atos 7:55-56)

É importante notar que Estêvão foi assassinado por ousar testemunhar isso. No entanto, o Espírito Santo não tem um corpo, a fim de melhor cumprir seu papel na Deidade. Uma responsabilidade do Espírito Santo é testificar de Deus e Jesus Cristo, bem como de outras verdades do Evangelho. Quando queremos saber o que é verdadeiro, podemos orar e pedir a Deus. A resposta vai ser dada a nós por meio do Espírito Santo.

“Quando vier, porém, aquele, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá o que tiver ouvido, e vos anunciará as coisas que hão de vir.” (João 16:13)

Compreendemos com esse versículo que podemos confiar nos sussurros do Espírito Santo, porque Ele nunca nos inspira suas próprias opiniões. Mas sim o que Ele ouviu de Deus o Pai. Deus nos prometeu que, se pedirmos a Ele por sabedoria e conhecimento Ele vai conceder sabedoria e conhecimento a nós.

 “Ora, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não censura, e ser-lhe-á dada.” (Tiago 1:5)

Os mórmons consideram que essa é uma escritura crucial, pois ela nos ajuda a compreender que a única maneira de saber sobre a verdade das coisas é pedindo a Deus, que nos responderá através do Espírito Santo. Os Mórmons são ensinados a não somente confiar no testemunho de outras pessos, mas também a buscar suas próprias respostas, como ensinou o Apóstolo Tiago. Ouvir o testemunho dos outros é útil e importante, mas não deve ser a nossa maior fonte de verdade. Se orarmos e pedirmos a Deus para saber a verdadade de qualquer coisa, jamais seremos enganados. Embora existam alguns que rejeitam a doutrina Mórmon de orar para obter a verdade, os Mórmons confiam na Bíblia e eles confiam em Deus. Mórmons sabem que Deus cumpre Suas promessas. Se Ele promete que irá responder às nossas questões religiosas, então Ele também irá garantir que o Espírito Santo revele as respostas de uma forma que a pessoa que estiver orando pode reconhecer vêm de Deus. Isso acontece quando uma pessoa diz a Deus que acredita que algo é verdadeiro, e então pede a Ele por confirmação. Dessa maneira, a pessoa que pede por confirmação terá uma sensação de paz e alegria. Satanás não pode trazer paz e alegria. Muitas pessoas sentem algo em seu coração que as conforta. Satanás não pode trazer conforto. Quanto mais vezes nos voltamos a Deus em busca de conselho, mais nos tornamos capazes de reconhecer Suas respostas. Essas respostas sempre vêm através do Espírito Santo.

Outro papel do Espírito Santo é nos proporcionar conforto. O Salvador chamou o Espírito Santo de O Consolador por este motivo. Ele pode confortar nossos corações quando estamos com medo, preocupados ou com alguma dificuldade. Esse conforto nos assegura que Deus está no comando e está nos ajudando através de nossas provações.

Um terceiro papel do Espírito Santo é a proteção. Quando estamos tentando fazer a coisa certa, o Espírito Santo vai nos acompanhar e nos avisar do perigo ou se estivermos prestes a pecar. Quando ouvimos a esses sussurros temos maior segurança, às vezes física, e sempre espiritual.

É por meio do Espírito Santo que somos santificados quando nos arrependemos. Essa santificação também ocorre quando recebemos ordenanças especiais, como o batismo.

Todos, desde o nascimento, tem direito à influência do Espírito Santo. Caso contrário, não seríamos capazes de aprender o que é a verdade. No entanto, para termos o dom do Espírito Santo (que é o direito de tê-lo conosco em todos os momentos, se formos dignos), precisamos primeiro ser batizados por alguém que possua a autoridade do sacerdócio e ser confirmados membro da Igreja. No momento da confirmação, o Dom do Espírito Santo é dado. Crianças Mórmons são batizadas com a idade de oito anos, que é considerada a idade da responsabilidade, a idade em que elas são velhas o suficiente para entender o certo do errado, se ensinadas. “Pedro então lhes respondeu: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para remissão de vossos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo,” (Atos 2:38).

Com esse dom, a pessoa tem o direito de receber o Espírito Santo como companheiro constante. No entanto, isso depende de merecimento. Se estamos vivendo indignamente ou se ignorarmos os sussurros do Espírito Santo, perdemos Sua companhia. Se intencionalmente nos colocamos em perigo, particularmente perigo espiritual, e ignoramos os avisos do Espírito Santo, perdemos a sua companhia porque Ele não pode nos acompanhar em ambientes ruins ou ocasiões contrárias à vontade de Deus. É nossa responsabilidade viver de maneira digna de Sua companhia e obedecer a Seus sussurros.

A seguir estão alguns ensinamentos de Thomas S. Monson, presidente da Igreja e Profeta de Deus, sobre o Espírito Santo:

“Quando vocês, meus queridos jovens amigos, moldarem sua vida com fé, merecerão a companhia do Espírito Santo. Você vai ter ‘um perfeito esplendor de esperança,’” (O Farol do Senhor: Uma Mensagem para os Jovens da Igreja. Ensign, fevereiro 2001, 2-7, tradução livre).

“Há muitos anos um mandamento divino foi dado por nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo, como Ele disse a Seus amados onze discípulos: ‘Ide, pois, ensinai todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado: e eis que eu estou convosco todos os dias até a consumação do mundo,’ Marcos registra que ‘saíram e pregaram por toda parte, e o Senhor trabalhando com eles.’

Esse encargo sagrado não foi rescindido. Pelo contrário, tem sido reenfatizado. O Profeta Joseph Smith estabeleceu o propósito da Igreja, quando declarou: ‘É a propositura de homens e mulheres para o conhecimento da verdade eterna que Jesus é o Cristo, o Redentor e Salvador do mundo, e que somente através da crença Nele, a fé que se manifesta em boas obras, podem os homens e as nações desfrutar de paz,’” (Que Todos Ouçam, Conferência Geral, abril de 1995, tradução livre).

“Jovens preciosos, façam com que todas as decisões que vocês tomarem passem por este teste: Que resultado isso vai ter em minha vida? E deixe que o seu código de conduta não ressalte: O que os outros vão pensar? Mas sim, O que vão pensar de mim? Seja influenciado por aquela voz mansa e delicada. Lembre-se que alguém com autoridade colocou as mãos sobre sua cabeça na hora de sua confirmação e disse: ‘Recebei o Espírito Santo.’ Abram seus corações, até mesmo sua própria alma ao som daquela voz especial que testifica da verdade. Como o profeta Isaías prometeu: ‘E os teus ouvidos ouvirão a palavra do que está por detrás de ti, dizendo: Este é o caminho, andai nele,’” (Padrões de Força, New Era, outubro de 2008, tradução livre).

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Um Profeta Mórmon Pode Renunciar?

fevereiro 15th, 2013 por Destro

Nos últimos dias a imprensa tem noticiado a iminente renuncia do Papa Bento XVI de seu comando da Igreja Católica que acontecera no dia 28 de fevereiro de 2013. O pontífice de 85 anos de idade anunciou sua decisão em latim na segunda feira de manhã, dia 11 de fevereiro de 2013, durante uma reunião com os cardeais no Vaticano.

De acordo com a Associated Press, as razões para a sua renuncia, depois de apenas 8 anos no pontificado, foi de que ele sente que esta “simplesmente muito doente para continuar”. Ele enfatizou que cumprir os deveres de um papa – o líder de mais de um bilhão de Católicos Romanos em todo o mundo – requer “tanto força espiritual quanto mental”. Ele fez a seguinte declaração:

“Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idôneas para exercer adequadamente o ministério petrino”, ele disse aos cardeais. Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando.
Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor quer do corpo quer do espírito; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado”.

Ele se tornou assim o primeiro pontífice a renunciar em quase 600 anos, embora os papas possam renunciar, a lei da igreja declara que ela somente pode acontecer se realizada “livremente e comunicada apropriadamente”. Sua decisão em renunciar, entretanto, deixa espaço para que o conclave eleja um novo papa nos meados de marco, já que o tempo tradicional de luto que geralmente ocorre depois da morte de um papa, não precisa ser observado.

Todos os cardeais com menos de 80 anos de idade podem votar no conclave, a reunião secreta realizada na Capela Sistina onde os cardeais elegem o novo papa. A tradição diz que os votos devem ser queimados depois de cada rodada de votação; se uma fumaça preta sair da chaminé significa que nenhum papa foi escolhido, enquanto se for uma fumaça branca significa que um papa foi eleito.

“Se um papa claramente não possui mais as condições físicas, psicológicas e espirituais para lidar com as obrigações do chamado, então ele tem o direito, e sob algumas circuntancias, também a obrigação de renunciar” disse Bento.

A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mais conhecida como Igreja Mórmon) também possui um líder eclesiastico que os membros reverenciam como Profeta, Vidente e Revelador. A ideia de que existe um profeta vivo hoje, e especialmente entre esses desolados e turbulentos tempos em que vivemos, não deveria ser um conceito novo para ninguém. As escrituras nos ensinam claramente que Deus, nosso Pai Celestial, e perfeito é não muda. Ele e o mesmo ontem, hoje e para sempre.

Deus sempre teve profetas nesta terra. Através da historia, Ele escolheu, profetas como Noé, Abraão, Moisés, e outros, para ensinar e pregar o evangelho, e para guiar a Sua Igreja. Na Bíblia Sagrada, no Velho Testamento, mais precisamente no livro de Amos, que também foi um profeta de Deus, estão registradas as seguintes palavras: “Certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma sem antes revelar o Seu segredo aos Seus servos, os profetas” (Amos 3:7). Se Deus chamou profetas nos tempos antigos, não faria sentido que Ele chamasse um homem de Deus para ser o Seu profeta – Sua boca na terra – em nossa época?

Joseph Smith (1805 – 1844) foi o primeiro profeta de nossa época. Thomas S. Monson, o profeta atual e presidente da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias tem 85 anos de idade. Ele tem a mesma idade do Papa Bento XVI. Ele tem sido o Profeta da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias pelos últimos cinco anos, desde 3 de fevereiro de 2008, depois do falecimento do ex-profeta e presidente Gordon B. Hinckley. Ele possui dois conselheiros – Henry B. Eyring e Dieter F. Uchtdorf. Juntos eles compõem a Primeira Presidência da Igreja. Assim como Deus guiou os filhos de Israel para fora da escravidão e servidão para uma terra melhor através de Seu profeta, Moisés, hoje Ele lidera Seus filhos para uma vida mais pacifica e feliz onde podem escolher seguir Seu profeta vivo.

thomas-s-monson-mormon-profetaO jornal Church News, publicou uma mensagem online do Presidente Thomas S. Monson em 1 de fevereiro de 2013, onde ele fala sobre seus cinco anos como Profeta e Presidente da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Em sua mensagem ele também enfatiza a necessidade dos membros irem “resgatar” o próximo. A seguir podemos ler um trecho da sua mensagem:

Este ano eu completo 50 anos desde que fui chamado para servir no Quorum dos Doze Apóstolos. Eu tinha 36 anos de idade quando recebi aquele chamado. No mês de agosto eu celebrei meu 85° aniversário. Alguns dos membros mais antigos do Quorum dos Doze são mais velhos do que eu. Entretanto, juntamos nossos vozes, com as do Rei Benjamim, que disse, como registrado no segundo capitulo do livro de Mosias: “Mas sou como vós mesmos, sujeito a toda sorte de enfermidades do corpo e da mente; contudo fui escolhido por este povo e consagrado por meu pai; e a mão do Senhor permitiu que eu fosse governante e rei deste povo; e fui guardado e preservado por seu incomparável poder para servir-vos com todo o poder, mente e força que o Senhor me concedeu”. A despeito dos problemas de saúde que podemos enfrentar, a despeito de qualquer enfraquecimento do corpo ou da mente, servimos dando o máximo de nos mesmos. Eu lhes asseguro que a Igreja esta nas mãos do Senhor. O sistema estabelecido pelo Conselho da Primeira Presidência e do Quorum dos Doze Apóstolos assegura que ela sempre estará nas mãos de Deus, e por isso, não há nada a temer ou se preocupar. Nosso Salvador, Jesus Cristo, a quem seguimos, a quem adoramos, e a quem servimos, estará sempre no comando.

O cabeça de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e o Senhor Jesus Cristo. Foi Ele que chamou Thomas S. Monson para ser Seu profeta nos dias de hoje. E um chamado do qual não será desobrigado ate o momento de sua morte, assim como aqueles que serviram como profetas de Deus antes dele. Sabendo da seriedade do manto que foi colocado sobre ele, pelo próprio Senhor, Presidente Monson continua a procura-Lo como fonte de fortalecimento e para ser capaz de fazer aquilo que foi chamado para fazer. A ideia de renuncia de seu chamado e algo completamente absurdo, a despeito das circunstâncias da vida. Ele esta nas sendas do Senhor e determinado a fazer a vontade do Mestre.

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Saiba mais sobre o que o Profeta e Presidente Thomas S. Monson tem ensinado clicando aqui.

Este artigo foi escrito por Keith L. Brown

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Regras Mórmons Sobre Tolerância

fevereiro 10th, 2013 por leonardo

Jesus Cristo demonstrou a atitude apropriada concernente a tolerância por outras pessoas quando resgatou a mulher que seria apedrejada por adultério. Ele disse que não a condenava — porque o julgamento final vem depois da morte, não durante a vida — mas também lhe disse para não pecar mais.

Dallin H. Oaks, um apóstolo de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, tem falado com frequência sobre o assunto tolerância.

Leia: O Equilíbrio entre Verdade e Tolerância, por Élder Dallin H. Oaks

Jovens-Mórmons-Educação

Na teoria, parece ser um conceito simples. Na prática, porém, não é. Tolerar tudo abertamente faria com que o mundo virasse um completo caos. Seria impossível fazer leis, já que seria necessário que fôssemos tolerantes com qualquer tipo de comportamento, inclusive o assassinato. Isso faria com que aumentasse o perigo para todos e colocaria as crianças em risco. Como sociedade, entendemos isso e também temos leis.

Algumas leis são fáceis. Poucas pessoas acreditam que devemos tolerar o desejo que outra pessoa tem de cometer assassinato ou roubo, por exemplo. No entanto, em outras áreas do comportamento, existem cada vez mais pessoas que querem mudar a compreensão tradicional do comportamento para estabelecer um padrão mínimo para o mundo.

O Élder Oaks nos recomenda um equilíbrio entre a tolerância e a verdade. Isso protege a sociedade dos males do mundo enquanto possibilita a outras pessoas de diferentes padrões viverem juntas.

Diferente de muitos da atualidade, os Mórmons acreditam em verdades absolutas, em vez da relatividade moral. Isso significa que eles acreditam que algumas coisas sempre são verdade, indiferente de estar ou não na moda. As verdades absolutas devem ser defendidas pelas pessoas de fé. Deus prometeu bênçãos por honrá-las e penalidades por ignorá-las e estas bênçãos e penalidades se aplicam a todas as nações.

O Élder Oaks observou que as pessoas que acreditam no relativismo moral possuem uma vida mais fácil na Terra — pelo menos na teoria — quando se refere à tolerância:

“Quanto mais fraca for a crença em Deus e quanto menos forem os absolutos morais, menos ocasiões haverá em que as ideias ou práticas de outras pessoas venham a confrontar alguém com o desafio de ser tolerante. Por exemplo: um ateu não precisa decidir que tipos e que ocasiões de profanidade ou blasfêmia podem ser tolerados e quais devem ser combatidos. As pessoas que não acreditam em Deus ou na verdade absoluta em questões morais podem se ver como as pessoas mais tolerantes de todas. Para elas, quase tudo é permitido. Esse sistema de crença pode tolerar quase qualquer conduta e quase todas as pessoas. Infelizmente, alguns que acreditam no relativismo moral parecem ter dificuldade em tolerar os que insistem que há um Deus, que deve ser respeitado, e certos absolutos morais, que devem ser observados.”

Boyd K. Packer, um apóstolo Mórmon, aponta que tais pessoas frequentemente exigem tolerância, mas raramente oferecem-na para quem não está de acordo com o seu ponto de vista, de que não há verdade absoluta. Seu apelo por tolerância  normalmente tem apenas uma direção.

O Élder Oaks sugere que a tolerância e a verdade precisam ser balanceadas para que as pessoas de diferentes crenças possam coexistir.  Pessoas que acreditam jamais devem defender a imoralidade, mas eles podem escolher o que e como viver suas crenças. Ele começa com três verdades absolutas — verdades que jamais mudam, indiferente do seu status de popularidade:

  1. Todas as pessoas são filhas de Deus e isso nos faz irmãos e irmãs. A maioria das religiões ensina o amor de Deus por seus filhos, nos dando uma fundação em comum, indiferente dos detalhes doutrinários. O Presidente Gordon B. Hinckley, falecido profeta e presidente Mórmon, disse que não devemos apenas tolerar, mas respeitar as pessoas de outras religiões.
  2. Como filhos de Deus, devemos viver com pessoas que possuem diferenças em detalhes doutrinários. Jesus alertou que o número de pessoas que seguem a Cristo – que realmente O seguem – seria sempre pequeno e os fiéis seriam sempre perseguidos por sua fidelidade.Devemos lutar por liberdade religiosa, para realizarmos as práticas de nossa religião em um mundo que não parece respeitá-las. Também devemos estar preparados para honrar o bem que vemos em outras pessoas e respeitar as práticas que podem ser diferentes das nossas, mas que ainda são boas.
  3. Esse respeito não faz com que apoiemos a iniquidade, em oposição a meras diferenças de opinião.

“Nossa tolerância e respeito pelos outros e pelas crenças deles não nos faz abandonar nosso compromisso com as verdades que conhecemos e os convênios que fizemos. Essa é a terceira verdade absoluta. Fomos convocados como combatentes na guerra entre a verdade e o erro. Não há meio-termo. Precisamos defender a verdade, mesmo ao praticar a tolerância e o respeito por crenças e conceitos que diferem dos nossos e para com as pessoas que os adotam.”

O Élder Oaks faz diferença entre tolerância como opinião e tolerância como prática. Ele diz que devemos defender os direitos das outras pessoas de explicar e expressar suas crenças, mas não temos que permitir que tudo que uma pessoa acredite se torne legal. Esse, por certo, é o motivo pelo qual temos leis com as quais a maioria das pessoas concorda. Você pode defender muitas práticas legalmente sem ter a permissão de levá-las adiante.

“… para pessoas que acreditam na verdade absoluta, a tolerância em relação a uma conduta é como os dois lados de uma moeda. A tolerância ou o respeito é um lado da moeda, mas a verdade sempre está do outro lado. Você não pode ter nem usar a moeda da tolerância sem ter consciência dos dois lados.”

Esse é o princípio que Jesus Cristo usou para lidar com a mulher acusada de adultério.

O Élder Oaks então explicou como colocamos em prática estes princípios. Ele começa dizendo que não devemos ser tolerantes com nossos próprios pecados. Nós, que sabemos o que é certo e moral, devemos nos manter em padrões mais elevados de comportamento. Devemos também manter as leis morais ao ensinar nossos filhos ou outras pessoas sob nossa responsabilidade.

Temos que decidir quando falar e quando permanecer em silencia quando temos que lidar com pessoas de nosso próprio meio. Ele sugere que nossa decisão está relacionada com o quão pessoalmente envolvido estamos. Nós, por exemplo, não temos que permitir que as pessoas se comportem de modo imoral em nossas casas. Nem temos que permitir que as pessoas falem palavrões em nossa presença, uma vez que isso impacta em nossos próprios pensamentos e no acesso à inspiração. No entanto, devemos reagir de modo educado e respeitoso quando estes problemas surgirem.

Na praça pública, as regras são um pouco diferente. Aqui temos que orar e usar inspiração para decidir qual assunto requer intervenção legal. “Geralmente, devem abster-se de promover leis ou ações governamentais que facilitem crenças exclusivas, como a obrigação de realizar atos de adoração, mesmo que implicitamente. Os crentes podem ser menos cuidadosos ao buscar uma ação do governo que atenda a princípios mais amplos do que a mera facilitação da prática de suas crenças, tais como leis referentes à saúde pública, segurança e moralidade.”

Os crentes também têm que lutar pela liberdade religiosa, uma vez que essa liberdade é necessária para realizar a obra de Deus e assegurar o nosso bem-estar eterno. No entanto, eles devem defender seu caso de modo amável e respeitoso – sem colocar apelidos ou ataques pessoais.

Eles não devem aceitar acusações de que estão tentando legislar a moralidade, já que nosso sistema legal é amplamente baseado nos valores judaicos e cristãos, e sempre foram. A proibição de assassinato é encontrada na Bíblia, muito antes dos governantes modernos estabelecerem nossas leis. As nações não podem existir sem algum tipo de moralidade.

O Élder Oaks conclui com o conselho de Gordon B. Hinckley:

“Estendamos a mão para as pessoas de nossa comunidade que não são de nossa religião. Sejamos bons vizinhos, bondosos, generosos e benevolentes. Participemos de boas causas comunitárias. Pode haver e haverá situações, nas quais graves questões morais estão envolvidas, em que não poderemos ceder em questões de princípio. Mas nesses casos, podemos educadamente discordar, sem sermos desagradáveis. Podemos reconhecer a sinceridade daqueles cuja postura não podemos aceitar. Podemos falar de princípios, em vez de personalidades.”

Saiba mais sobre os Mórmons acessando o site www.mormon.org.br

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Deus Responde as Nossas Orações?

dezembro 31st, 2012 por Destro

Quando consideramos quantas pessoas vivem na terra hoje, pode ser difícil acreditar que Deus tem tempo para ouvir cada oração pessoal. Entretanto, Ele nos prometeu que se orarmos a Ele, Ele nos escutara, ouvira e respondera. Ele não nos promete que dará exatamente aquilo que pedirmos porque geralmente não sabemos o que é melhor para nós mesmos. Muitas vezes nossos desejos afetam outras pessoas e suas necessidades também devem ser levadas em consideração. Outras vezes não é o momento adequado. Mas Ele sempre responde, as vezes sim, outras vezes não, ou não agora.

Em um discurso recente para os Mórmons, Thomas S. Monson, o profeta Mórmon, falou sobre como Deus responde tanto os grandes quanto os pequenos pedidos. Mórmon é um apelido para os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos. Ele falou a respeito de três mil adolescentes, reunidos para a apresentação de um programa cultural, em comemoração a dedicação ao Senhor do Templo de Kansas. Este é um evento muito importante para cada templo. Os adolescentes da área do templo se reuniram com suas próprias congregações para ensaiar sua parte do programa. Somente no dia da apresentação eles tiveram tempo para ensaiarem juntos no lugar onde se apresentariam.

Infelizmente, haviam alguns problemas técnicos com o lugar da apresentação. Alguns equipamentos não estavam funcionando, e o telão que ajudaria a plateia a assistir o show e introduziria os diferentes atos precisava ser reparado. Os adolescentes não poderiam ensaiar até que tudo estivesse em ordem. Os técnicos trabalharam para resolver o problema, mas não sabiam o que estava errado. No final, os adolescentes não puderam ensaiar e parecia que nem poderiam se apresentar depois de tudo. Eles foram informados do problema e então os 3.000 jovens se ajoelharam e começaram a orar pelos técnicos. Eles também oraram para que pudessem ser capazes de realizarem a apresentação. Eles haviam feito tudo o que podiam, mas precisavam que Deus fizesse a diferença, Logo depois de terem orado o problema foi resolvido.

O Presidente Monson estava lá – uma das razões pelas quais os adolescentes estavam tão desejosos em se apresentar – no momento em que entraram no palco, se podia ver os desafios que haviam enfrentado. A apresentação ocorreu sem surpresas, como se todos soubessem exatamente quando entrar e sair e como interagir com os outros grupos, a despeito da ausência de ensaios.

Um grupo amador formado por adolescentes entusiastas pode parecer algo sem importância no esquema eterna das coisas, mas mesmo assim Deus separou um tempo pra cuidar dos seus problemas. Mesmo que aquilo não fosse mudar o mundo, mudou o mundo daqueles jovens.

Presidente Monson disse:

“Eu nunca deixo de me surpreender em como o Senhor pode motivar e dirigir a velocidade e a abrangência de Seu reino e ainda ter tempo para prover inspiração a cada indivíduo, a cada apresentação cultural, ou a cada problema técnico. O fato de que Ele pode, que Ele faz, é um testemunho para mim. Meus irmãos e irmãs, o Senhor está na vida de todos nós. Ele nos ama. Quer nos abençoar. Quer que busquemos Sua ajuda. À medida que Ele nos guia, nos dirige, ouve e responde nossas orações, encontramos aqui e agora a felicidade que Ele deseja para nós.

Recursos Adicionais

Leia o discurso Pensem nas Bênçãos feito pelo Presidente Monson.

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Thomas S. Monson: Por Deus e pelo País

novembro 8th, 2012 por Destro

Muitas das Autoridades Gerais de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias passaram algum tempo de suas vidas servindo as forças armadas de seus países. Daqueles que hoje servem na Primeira Presidência e no Quórum dos Doze Apóstolos da Igreja SUD, 10, serviram ativamente ou são reservistas. Entre aqueles que serviram está o Presidente Thomas S. Monson, a quem os Santos dos Últimos Dias (também chamados Mórmons) amam e reverenciam como Profeta, Vidente e Revelador.

O Presidente Monson serviu a marinha dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Ele se diz:

“Eu acredito que a minha primeira experiência onde pude ter a coragem das minhas convicções aconteceu quando servia na marinha dos Estados Unidos no fim da Segunda Guerra Mundial.

Servir na marinha não foi uma experiência fácil para mim e para nenhum daqueles que serviam comigo. Nas primeiras três semanas eu acreditava que minha vida estava em perigo. A marinha não estava tentando me treinar, estava tentando me matar”.

Presidente Monson também se lembra de algumas importantes lições que aprendeu enquanto servia. Uma dessas lições foi ter a coragem de permanecer firme a suas convicções. Em um discurso realizado na Conferencia Geral de outubro de 2011 intitulado “Ouse Ficar Sozinho”, ele conta um incidente que o ajudou a compreender a importância deste principio.

Presidente Monson disse:

“Desde aquele dia, houve ocasiões em que não havia ninguém em pé atrás de mim e, portanto, fiquei realmente sozinho. Quão grato sou por ter tomado bem antes a decisão de permanecer forte e fiel, estando sempre preparado e pronto para defender minha religião, caso surgisse a necessidade”.

Ele foi ordenado um élder na Igreja SUD apenas uma semana antes de partir para o serviço militar. Logo, ele iria aprender outra lição importante que envolveria o poder do Sacerdócio que agora ele possuía. Ela o ensinou a sempre estar disposto a curar. Ele disse:

“Na noite anterior à nossa licença de Natal, nossos pensamentos estavam, como sempre, em casa. Os alojamentos estavam silenciosos. De repente, percebi que meu amigo do beliche ao lado—um membro da Igreja, Leland Merrill—estava gemendo de dor. Perguntei: “Qual é o problema, Merrill?”

Ele respondeu: “Estou me sentindo mal. Muito mal”.

Aconselhei-o a procurar a farmácia da base, mas ele respondeu que isso o impediria de voltar para casa no Natal. Então sugeri que ele permanecesse em silêncio, para não acordar os demais no alojamento.

As horas se passaram; seus gemidos se tornaram mais fortes. Então, em desespero, ele sussurrou: “Monson, você não é élder?” Respondi que sim, então ele suplicou: “Dê-me uma bênção”.

Dei-me conta do fato de que nunca dera uma bênção antes. Nunca tinha recebido esse tipo de bênção; nunca tinha visto uma bênção como essa ser dada. Minha oração a Deus foi um pedido de ajuda. A resposta veio: “Olhe no fundo de sua sacola de marinheiro”. Assim, às duas da manhã, esvaziei no chão o conteúdo da sacola. Sob a tênue luz da noite peguei o Manual do Missionário, e li o que devia fazer para abençoar os enfermos. Com aproximadamente cento e vinte marinheiros curiosos olhando, dei a bênção. Antes que eu terminasse de guardar as minhas coisas, Leland Merrill dormia como um bebê”.

Desta experiência, o Presidente Monson, comentou: “Se estamos a serviço do Senhor, temos o direito de receber Sua ajuda. E a recebi em inúmeras ocasiões ao longo da minha vida”.

Outra lição de vida importante que ele aprendeu ao servir na Marinha foi a importância de ser honesto. Ele relata sobre um dia especial, quando um oficial havia anunciado que todos que sabiam nadar seriam colocados em um ônibus e levados para San Diego para passar o dia. Aqueles que não sabiam nadar não poderiam participar do passeio, pois passariam o dia tendo aulas de natação. Ele aprendeu a nadar quando era um menino e de fato, nadava muito bem, então ele entrou na fila para pegar o ônibus para San Diego. Em vez de se dirigirem para o destino tão desejado, eles foram levados para um ginásio e foram obrigados a pular no lado fundo de uma piscina. Ele e a maioria de seus companheiros fizeram como pedido, mas havia cerca de 10 outros que não sabiam nadar, e que foram obrigados a mergulharem e permanecessem alguns momentos dentro da água antes de serem puxados para fora. O Presidente Monson disse: “Posso dizer, que eu estava feliz por ter sido honesto! A experiência me ensinou o valor da honestidade e da fidelidade a si mesmo em todos os momentos”.

 

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Deus Conhece Todas as Coisas

outubro 31st, 2012 por Destro

Você já procurou um amigo ou alguém de confiança para pedir um conselho e a situação acabou por não terminar bem, mesmo ele sendo muito sábio? Frequentemente isto acontece porque existem elementos no problema que não são plenamente conhecidos por aquele que aconselha. Imagine se você tivesse um conselheiro que sempre te desse o conselho certo porque ele conhece absolutamente tudo – todas as variáveis do futuro, como as suas decisões irão impactar as pessoas que ama e, sobretudo como irão impactar você.

E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada. (Tiago 1:5)

Quando voltamos a Deus por conselhos, recebemos exatamente isto – um conselheiro que possui acesso a todas as informações, não importa quão insignificante, para que possamos tomar a decisão certa, uma decisão perfeita.

Thomas S. Monson é o presidente e profeta de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, seus membros são chamados às vezes de Mórmons. Ele frequentemente compara os conselhos de Deus a um farol. Os faróis são construídos para proteger os navios dos perigos existentes, mas que são difíceis de se ver pelos marinheiros. O farol ilumina o caminho, fazendo com que os obstáculos sejam visíveis protegendo assim os marinheiros.

Em um artigo chamado “Crer, Obedecer e Perseverar” (Liahona, maio de 2012) o Presidente Monson ressalta as três maneiras pelas quais podemos usar o “farol do Senhor” para nos proteger. Podemos usar a Sua sabedoria e o Seu conhecimento perfeito para nos guiar em nossos caminhos imperfeitos.

Ele pediu as moças, as quais estava se dirigindo, que acreditassem no fato de que eram filhas de Deus, que Ele as amava, e que as tinha enviado a terra para um proposito glorioso – receber a Sua exaltação. Ele deseja que vençamos nossos desafios e vivamos a altura de nossas possibilidades. Ele deseja nos ajudar se estivermos dispostos a pedir.

O segundo passo dado pelo presidente Monson é obedecer . Para os jovens, isto significa obedecer aos seus pais assim como ao evangelho. Para todos nós, os mandamentos são uma proteção contra o perigo. Eles não nos foram dados como sugestões ou para fazer nossa vida mais difícil ou menos divertida. Eles nos foram dados para nos manter protegidos, para nos tornar mais como Cristo, e nos ajudar a retornar a Deus porque somos dignos de Sua presença.

Presidente Monson contou sobre uma jovem que cedeu a pressão do grupo. Ela desejava ir até a casa de um colega onde haveria álcool e um comportamento imoral. Como sabia que seus pais não permitiriam que ela fosse, ela pediu que seus amigos a pegassem em uma reunião semanal na igreja. O que ela não sabia era que a sua professora  estava preocupada com as mudanças que estavam ocorrendo em seu comportamento e sua falta de comprometimento com o Pai Celestial. Naquela mesma noite, a professora recebeu inspiração de Deus para que mudasse o tema de sua aula e falasse sobre os padrões. A moça, a principio, estava mais interessada a focar de olho no relógio para não perder a carona de seus amigos, mas então ela começou a prestar atenção a aula e sentiu que o Espirito Santo a estava avisando dos perigos que suas escolhas estavam criando. Ela ignorou a buzina do carro de seus amigos quando eles chegaram, ficou na aula e depois que esta terminou para falar com a professora a respeito do impacto que a lição teve nela. A moça foi abandonada pelos seus amigos quando ela os informou que não havia mais interesse em seguir aquele estilo de vida, mas logo depois, ela encontrou amigos verdadeiros que compartilharam seu desejo de proteção espiritual.

A terceira recomendação feita pelo presidente Monson foi de perseverar. Ele definiu a perseverança como suportar com coragem.

Conversei, ao longo dos anos, com muitas pessoas que me disseram: “Tenho tantos problemas, tantas preocupações sérias. Estou sobrecarregado com os desafios da vida. O que posso fazer?” Eu lhes dei, como agora lhes dou, esta sugestão específica: busquem auxílio celeste um dia por vez. A vida a longo prazo é árdua, mas a curto prazo é fácil. Todos podemos ser fiéis por um único dia — e depois por mais um, e mais outro depois daquele — até que tenhamos vivido uma vida inteira guiados pelo Espírito, uma vida inteira próximos do Senhor, uma vida inteira de boas ações e de retidão. O Salvador prometeu: “Confiai em mim e perseverai até o fim e vivereis; porque àquele que perseverar até o fim, darei vida eterna”

Quando aprendemos a confiar no perfeito conhecimento de Deus, podemos enfrentar a vida com mais confiança e menos medo. Podemos nos voltar a Ele por conselhos e saberemos que receberemos as respostas de alguém que tudo conhece.  Estamos indo para frente, sabendo que apesar de não ser capaz de ver muito à frente, o nosso guia tem a visão perfeita. O farol do Senhor é uma luz perfeita para a nossa jornada pela vida.

Recursos Adicionais

Leia o discurso do Presidente Monson clicando aqui.

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Milhares Prestam Tributo ao Presidente Thomas S. Monson Durante a Celebração do seu 85º Aniversário

outubro 19th, 2012 por leonardo

Por Jan

Mais de 20.000 pessoas ficaram de pé em absoluto silêncio, esperando. E então, após cinco minutos, a figura familiar do convidado de honra apareceu. Mas Thomas S. Monson, profeta e presidente de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, não sentou até ter cumprimentado, sorrido e apertado as mãos das pessoas que estavam mais perto dele e então o público se sentou respeitosamente.

Este foi o primeiro tributo de uma noite com bela música, narração e votos de feliz aniversário para a celebração do 85º aniversário do Presidente Monson. Dias Dourados: Uma Celebração para a Vida, realizada no Centro de Conferências SUD de Salt Lake City, no dia 17 de agosto de 2012, centralizou no serviço dedicado do Presidente Monson ao mundo.

“Estamos aqui essa noite para honrar seu serviço”, disse Presidente Henry B. Eyring, primeiro conselheiro na Primeira Presidência. “Podemos fazê-lo hoje à noite, amanhã e por toda nossa vida, servindo ao próximo do modo que ele serve.”

Os anfitriões para a noite foram Steve Young, zagueiro do Hall da Fama da NFL e fundador da Fundação Forever Young e Jane Clayson Johnson, ganhadora do premio Emmy Award como correspondente de noticiário e antiga anfitriã do The Early Show na CBS.

Dallyn Vail Bayles, ator profissional, cantor e artista de gravação, tenor do Metropolitan Opera Stanford Olsen e a cantora e atriz Rebecca Luker foram os artistas convidados. A música e comentários destacavam a vida do Presidente Monson e incluíam algumas de suas canções favoritas, incluindo algumas canções da Broadway, “Seventy Six Trombones” de Music Man; “Tomorrow” de Annie; “All I ask of You” do Fantasma da Ópera; “There But For You” de Brigadoon e “Memory” de Cats. Uma versão comovente de “Bring Him Home” de Les Miserables apresentada por Bayles trouxe a público a seus pés.

Uma procissão impressionante de aproximadamente 200 escoteiros cantando o hino do Construtor de Trilhas marcharam para o palco e encheram os corredores do nível mais baixo do centro como um tributo às quatro décadas do Presidente Monson no Quadro Executivo Nacional de Escoteiros da América.  Ele é ganhador dos prêmios Castor de Prata e Búfalo de Prata, do Lobo de Bronze (a premiação internacional mais alta do escotismo) e o Prêmio Raposa de Prata do Canadá. Em uma mensagem pré-gravada, Bob Mazzuca, Chefe Escoteiro Executivo do grupo Boy Scouts of America, não apenas desejou feliz aniversário, mas também elogiou o Presidente Monson por sua contribuição ao escotismo.

Na metade do programa, o público se uniu aos convidados, ao Coro do Tabernáculo Mórmon e a Orquestra da Praça do Templo para cantar um caloroso “Parabéns para Você” para o querido profeta.

Um documentário da vida do Presidente Monson detalhava eventos significativos, incluindo seu romance e namoro com Frances Johnson, aluna da Universidade de Utah e seu serviço na Marinha durante a Segunda Guerra Mundial, o que fortaleceu seu compromisso de viver o evangelho.  Presidente Monson foi chamado como bispo quando tinha 22 anos e pendurou uma pintura de Cristo em seu escritório. Quando enfrentava situações difíceis, ele se perguntava o que Cristo faria. A mesma pintura está pendurada em todos os escritórios que passou – de bispo ao de presidente da Missão Canadense, então como apóstolo aos 36 anos e atualmente como profeta. O documentário explicou que em 1968, Presidente Monson prometeu aos Santos dos Últimos Dias atrás da Cortina de Ferra (Muro de Berlim) que um dia eles teriam seu próprio templo se fossem fiéis. Na época não havia nenhum edifício, ala, estaca ou missão. Para eles, isso parecia ser impossível, mas vinte anos depois, um templo foi construído no leste da Alemanha. O presidente Dieter F. Uchtdorf, Segundo Conselheiro na Primeira Presidência, compartilhou sua experiência: Como alemão, lembro-me do grande ato de fé quando, durante a Guerra Fria, você abençoou nosso povo e país atrás da Cortina de Ferro com promessas proféticas que pareciam impossíveis na época. A grandeza desse momento histórico foi de difícil compreensão para nós. Sua fé fortaleceu a nossa. Aquela fé foi recompensada e testemunhamos o cumprimento literal de nossas bênçãos. Um apóstolo do Senhor esteve entre nós. Entendemos que não apenas Presidente Thomas S. Monson era nosso amigo, mas que Deus era nosso amigo. Presidente Uchtdorf disse que havia viajado para uma conferência regional no norte da Alemanha com o Presidente Monson. Isso foi há vários anos, mas ele se lembra dos nomes de muitos membros e queria visitar um antigo presidente de estaca e patriarca, Michael Panitsch. Presidente Uchtdorf explicou que o irmão Panitsch estava de cama, muito doente, e incapaz de ir à conferência. “Então o Presidente Monson disse: ‘Então vamos até ele.’ Eu sabia que o Presidente Monson havia feito uma cirurgia no pé pouco antes da viagem à Alemanha e não conseguia andar sem sentir dor. Quando compartilhei com Presidente Monson que o Irmão Panitsch morava no quinto andar de um edifício antigo sem elevadores, mas com uma escadaria longa e alta, ele apenas disse: ‘Dieter, não se preocupe.’ Assim, fomos. A cada poucos passos que dava, ele tinha que parar por causa da dor. Ele jamais fez uma reclamação. Ele não desistiu. Ele deu ao Irmão Panitsch uma bela benção, que o animou e lhe agradeceu pelo serviço que prestou durante toda sua vida.

Helen Keller disse: ‘Eu preferiria andar com um amigo na escuridão, do que sozinho na luz.’ Presidente Monson, você é um amigo que traz luz para a escuridão e é o profeta de Deus para nossa época. Nós o amamos e o apoiamos. Oramos por você.”

Presidente Eyring disse que ele havia testemunhado um tributo ao Presidente Monson no deserto do Arizona quando viajaram para o aeroporto após a dedicação do Templo de Gila. Ele recordou:

“O profeta pediu a seu motorista para deixá-lo apertar as mãos de um casal e seus filhos pequenos que estavam de pé na areia na beira da estrada. Não havia nenhuma casa a vista, mas assim que o Presidente começou a apertar as mãos dos filhos, mais famílias começaram a aparecer. Ele os cumprimentou com um sorriso radiante e todos sorriram de volta com óbvio regozijo. Ele os banhava com o calor do puro amor de Cristo, sem se preocupar com seu próprio conforto, segurança e alheio às reações de qualquer outra pessoa exceto àqueles que ele amava e cumprimentava.

A estrada e o barranco me lembraram da terra acima do Mar da Galileia onde multidões se reuniram para sentir o amor do Senhor mortal.

Agora, estes Santos dos Últimos Dias foram levados ao profeta do Salvador, um servo ordenado para seus dias. E ele os abençoou com seu amor, paciência e atenção exclusiva, ao lhe prestarem tributo. Não apenas aqueles a quem cumprimentou tiveram um momento de ouro, mas também todos nós que vimos o acontecido. Não sou o mesmo, nem qualquer um dos participantes, porque ao sentir aquele amor, todos mudamos.

Mais de uma vez lembrei-me de seu exemplo e segui meu caminho e saí da minha zona de conforto para atender alguém necessitado de atenção, encorajamento e ajuda.

Presidente Monson fez tanto isso, falado e escrito, de modo tão comovente e até nos pediu para ir com ele, como ele foi em nome do Senhor em auxílio aos necessitados. A Igreja mudou em toda a terra por várias gerações.”

O reverendo Monsenhor Joseph Fitzgerald da Diocese Católica de Salt Lake City abordou o Presidente Monson em um tributo gravado em vídeo:

“Conheço você e Frances [e] alguns de sua família há anos e sempre fico impressionado pela tremenda devoção que todos vocês tem pelo progresso de outras pessoas, pelo enriquecimento da nossa comunidade e pelo bem de todo o mundo. . . . Muitas vezes te ouvi dizer: ‘Não podemos deixar os famintos ficarem famintos, o sem teto, sem um lar ou sem roupas o nu. Temos que fazer tudo o que podemos juntos para ajudar essas pessoas.’ Você tem feito isso.”

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Profetas Mórmons

Acesse o site oficial de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias

O que os Mórmons acreditam?

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Jesus Cristo como Advogado

maio 8th, 2012 por leonardo

Os Profetas nos Guiam para Jesus Cristo

Daniel, um estudante da BYU (Brigham Young University) e membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (às vezes chamada de “Igreja Mórmon” por amigos de outras religiões), compartilha o que aprendeu em seu estudo da escritura Moisés 7:1-40. O Livro de Moisés é encontrado na Pérola de Grande Valor, um livro de escrituras reverenciadas como sagradas pelos Santos dos Últimos Dias (Mórmons). O Livro de Moisés é um extrato da tradução da Bíblia conforme revelado a Joseph Smith, o Profeta.

 

Presidente Thomas S. Monson

Moisés 7:1-40 é uma narrativa da interação de Enoque com Deus, o Pai, que mostra a Enoque uma visão de eventos futuros e um vislumbre do coração de nosso Pai. Com esta narrativa eu aprendi várias coisas, fiz muitas perguntas, considerei o fluxo do relato e vim a entender melhor o papel de Jesus Cristo como Justificador e como Advogado.

As escrituras estão repletas com inúmeros relatos de profetas em várias dispensações, onde são mostrados eventos futuros em visões, particularmente no que se refere a seu povo. Enoque teve este privilégio como parte de seu chamado como profeta, vidente e revelador. É bem provável que muitas das experiências já aconteceram em algum lugar, embora os registros não sejam conhecidos ou de posse dos homens. Estes homens eram videntes. Dado isto, é bem provável que o profeta, vidente e revelador hoje em dia tenha experiências parecidas em vários níveis de tempo em tempo.

O relato começa com Deus mostrando a Enoque uma visão e descrevendo o conteúdo dela para ele. É difícil de saber se a visão é um relato contínuo ou se é apensas uma narrativa única que registra várias visões recebidas em estágios diferentes do ministério de Enoque. Também, a batalha que Enoque liderou o povo de Deus, era uma batalha física ou espiritual? Alguns versículos adiante fala de uma guerra física, o que quer dizer que a referencia anterior poderia ser o mesmo tipo de batalha, apenas com a diferença que o povo de Deus parece ter sido poupado de participar da segunda batalha.

O fluxo deste capítulo mostra um padrão onde Deus, o Pai, dá o mandamento, cumpre os Seus mandamentos e abençoa ou amaldiçoa o homem, de acordo com a sua obediência aos mandamentos dados. É primeiro dito a Enoque para ir para o Monte Simeão para ter uma visão das gerações futuras. Ele vai e tem a visão. Como resultado, muitos acreditam em seu testemunho de Jesus Cristo e eles se tornam Sião (Puros de Coração). Da mesma maneira, aqueles que não aceitam seu testemunho, lutam em uma batalha perdida contra o povo de Deus, quer seja fisicamente ou espiritualmente. Sião, por seguir fielmente a Deus, é levada para os céus, enquanto Satanás segura os habitantes iníquos sob um véu de escuridão. O fluxo do capitulo também mostra o padrão que Deus ensina o Plano de Salvação. Está sempre incluso a referencia da Queda, para o arbítrio do homem, para o pecado e para a salvação através de Cristo. Ao responder a pergunta de Enoque sobre suas lágrimas, o Pai expõe todas as doutrinas acima citadas.

Parece haver duas razoes para o derramamento de lagrimas de Deus, o Pai no capítulo sétimo de Moisés. Embora a voz do Senhor nesta passagem seja dada com a perspectiva de ser do Pai, é Jeová quem está passando a mensagem. Também, é declarado que Sião ascendeu ao céu e também ao seio de Deus, sugerindo que a palavra “céu” é sinônima de “Deus” neste caso. Assim, quando os céus choraram, é Deus quem está chorando. O versículo 39 indica: “Aquele que escolhi” é Jesus Cristo que desde a época implorou ao Pai em favor de seus filhos pecadores. O intuito de ter implorado é para que seus irmãos fossem justificados diante do Pai, conforme delineado em Doutrina e Convênios (um livro Mórmon de escrituras revelados nos tempos modernos) 43:3-5. A palavra “portanto” no versículo 39 dá uma dica que porque Jesus Cristo implorou ao Pai por seus irmãos pecadores que Enoque estava vendo, Ele seria a pessoa requerida para sofrer por seus pecados. Ou, se vermos o contrário, porque Ele era a pessoa requeria através de sua oferta voluntária de sofrer por nós, Ele era a única pessoa que podia implorar pelos pecadores. Seu sofrimento cobre apenas aqueles que se arrependem. “Por esse motivo, pois, chorarão os céus”. Esta é a declaração de Deus para o derramamento de lágrimas, e conforme esclarecido através de palavras casuais, indica que Deus derramou-as por causa da dor que os pecadores experimentam até arrependerem-se e por causa da dor que Ele mesmo sofre pelos pecados que eles se arrependem de ter cometido.

Recursos Adicionais:

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Conheça os Apóstolos e Profeta atuais.

Os Mórmons são Cristãos?

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Thomas S. Monson

abril 29th, 2012 por edmilson

http://lasvegasmormontemple.com/files/2012/03/mormon-Monson.jpgThomas S. Monson é o décimo sexto presidente de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também chamada de “Igreja Mórmon” pela mídia. Ele é conhecido pelos atos cristãos de serviço para os indivíduos e grupos que definiram sua vida desde que ele era um rapaz: por visitar as 85 viúvas em sua congregação fielmente desde que foi chamado jovem como bispo, por pedir aos membros da Igreja para realizarem atos de serviço, como um presente de Natal para ele, por ter sempre um sorriso e uma palavra de encorajamento, por estar disposto a largar tudo para visitar alguém em necessidade, sempre que ele sentiu orientado pelo Espírito Santo a fazê-lo. E, como todos os presidentes da Igreja, ele é um profeta de Deus.

Thomas S. Monson: Infância

Thomas S. Monson nasceu em 21 de agosto de 1927. Ele cresceu em Salt Lake City, Utah, rodeado pela família imediata e a adotada. Thomas ingressou na reserva naval dos Estados Unidos em 1945, aos 17 anos, onde serviu por seis meses. Presidente Monson adora contar como, em seu primeiro domingo de acampamento, o diretor oficial colocou todos juntos e disse rispidamente, qual o prédio os católicos poderiam ir para assistir os seus serviços religiosos. Isto foi seguido por instruções para os judeus e protestantes sobre onde eles iriam realizar as suas reuniões. Após tudo isso, Thomas ficou em silêncio, imaginando o que ele diria e para onde iria. Sentindo-se sozinho, ele optou por ficar e esperar enquanto todos os outros saíram para suas reuniões. Logo o chefe mesquinho disse: “E como é que vocês rapazes se intitulam?” Até aquele momento, ele não tinha percebido que haviam outros que não tinham ido para as reuniões anteriormente designadas. O punhado de homens que ficaram para trás eram Mórmons. Thomas ficou muito feliz ao saber que ele havia escolhido ficar corajosamente como um membro da Igreja, e que ele não teve que fazer isso sozinho.

Depois de seu tempo na marinha, Thomas se matriculou na Universidade de Thomas and Francis MonsonUtah. Foi alí que ele conheceu Francis Johnson, sua futura esposa. Uma conexão inicial foi estabelecida entre Thomas e o pai de Francis quando foi descoberto que o tio-avô de Thomas foi o homem que ensinou o Evangelho e batizou o pai de Francis, Franz, durante a missão do tio na a Suécia. Thomas e Francis se casaram no Templo de Salt Lake de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em 21 de outubro de 1948. O casal tem três filhos: Thomas Lee, Ann Francis e Clark Spencer.

Thomas S. Monson: Serviço na Igreja

O serviço de Thomas Monson na Igreja começou em uma idade muito precoce, quando ele foi chamado como um bispo, ou líder, de sua congregação local aos 22 anos de idade. Foi como bispo desta ala (o nome de uma congregação Mórmon), que ele começou suas visitas regulares às 85 viúvas. Mesmo depois que seu chamado como bispo terminou, as visitas as viúvas continuaram ao longo de suas vidas, e Thomas S. Monson acabou falando nos funerais de cada uma dessas mulheres. Na idade de 27 anos, Thomas Monson foi chamado para servir como um conselheiro na Presidência da Estaca, onde supervisionava um grupo de alas. Pouco tempo depois, na tenra idade de 31anos, ele foi chamado para presidir a Missão canadense. Presidente Monson serviu como presidente de missão por 3 anos e foi então chamado, aos 36 anos, para servir como um Apóstolo da A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, uma das doze testemunhas especiais de Jesus Cristo para o mundo. Ele é o segundo apóstolo mais jovem já chamado para servir em tempos modernos. Em 1985, Thomas Monson foi chamado para servir como Segundo Conselheiro na Primeira Presidência por Ezra Taft Benson, que era então presidente e profeta da Igreja. Ele serviu como um conselheiro de três presidentes diferentes da Igreja: Presidente Benson, Presidente Howard W. Hunter e Presidente Gordon B. Hinckley. Após a morte do Presidente Hinckley, em janeiro de 2008, ele foi ordenado como o décimo sexto presidente de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Ele chamou Élder Henry B. Eyring e Élder Dieter F. Uchtdorf para servir como seus conselheiros na Primeira Presidência.

Thomas S. Monson, o Profeta

President MonsonComo presidente da Igreja, Thomas S. Monson tem estado fortemente envolvido na construção de Templos. Até fevereiro de 2012, o Presidente Monson dedicou dez templos SUD, presidiu várias outras dedicações, e anunciou vários locais onde em breve Templos serão construídos. Alguns desses locais incluem um segundo Templo de Provo, Utah, e um Templo a ser construído em Roma, Itália.

Thomas S. Monson continua a servir com alegria e entusiasmo como o Profeta, Vidente e Revelador de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Os membros o têm conhecido e amado por seu esforço na construção de Templos em todo o mundo, seu encorajamento às crianças e jovens para servir e desenvolver um forte testemunho, e acima de tudo pelo interesse sincero e o amor que ele demonstra a todos.

Barbara Dayton é um membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mulher “Mórmon”).

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